Vamos todos continuar a "comemorar" a vida, honrando o nosso passado e todos os que dele fizeram parte.Seria assim que os que partiram quereriam que continuemos a fazer. Por eles, mas essencialmente por nós vamos "comemorar" a vida homenageando os Companheiros que o destino tirou de nós.
sábado, 28 de abril de 2018
sexta-feira, 27 de abril de 2018
APELO
Longe,ainda longe dos habituais.Esperemos que cada um de vocês ajude a "mobilizar" mais um militar .
Gostávamos mesmo que este fosse o MAIOR de todos realizados até aqui.
terça-feira, 24 de abril de 2018
CONFIRMAÇÕES
Feita que está a conferência das listas de inscrições, prevalece a "preguiça" de muitos dos nossos Companheiros.Não sendo "preocupante" mas é triste alguns tudo fazerem para nos reencontramos e outros a pouca importância que dão.Estes vão lá estar se tudo correr pelo normal até lá.Ficamos à espera por os que querem e poderem estar presentes fazerem as suas inscrições.
domingo, 22 de abril de 2018
terça-feira, 3 de abril de 2018
segunda-feira, 2 de abril de 2018
sábado, 31 de março de 2018
INSCRIÇÕES
E porque ainda falta muita "gente" apelamos aos que nos seguem e têm vontade de estar presentes no encontro 2018
FAÇAM A VOSSA INSCRIÇÃO.
sexta-feira, 30 de março de 2018
terça-feira, 27 de março de 2018
segunda-feira, 26 de março de 2018
PASCOA
E porque por lá andamos, não queria deixar passar o "momento" sem trazer à vossa memória (intervenientes) a data e fazer votos para que os que por cá andam continuarmos a percorrer os nossos caminhos juntos por muitos mais anos. Do Coração; um Enorme Abraço e votos de uma Santa e Feliz Páscoa.
domingo, 25 de março de 2018
Comemorações
Na data em que celebramos o 45º Aniversário do nosso desembarque em águas da Guiné, o Nosso Companheiro
José Pereira ex.Sapador da CCS, Ligou para me manifestar a sua recordação do momento.Hoje partilho fotos que me foram cedidas pelo próprio e entretanto já publicadas mas que nunca será de mais repetir de forma a recordarmos momentos inesquecíveis.
sábado, 24 de março de 2018
EM MEMÓRIA
Há mortos que não morrem!
A lei da vida!- cada vez chegam mais notícias tristes de
alguns que vão partindo. E, com eles, parte algo de nós e que só quem lá esteve
compreende. Pois é, em cada um que parte, como escreveu Manuel Alegre, fica um
morto que não morre, até que morra o último de nós.
Eterna saudade dos teus Amigos e Companheiros do Batalhão
4513
sexta-feira, 23 de março de 2018
Há mortos que não morrem!
Há mortos que não morrem!
Falavas de
Hiroxima tu que nunca viste
em cada homem
um morto que não morre.
Sim nós
sabemos Hiroxima é triste
mas ouve em
Nambuangongo existe
em cada homem
um rio que não corre. Manuel Alegre, in
«Nambuangongo, meu amor».
Também nós, eu e os meus camaradas do Batalhão de
Caçadores n.º 4513, na Guiné, os quais espero abraçar (nunca sabemos se é o
último abraço!) no próximo dia 9 de Junho em Guimarães, tivemos em Nhacobá, e
noutros sítios de lá, o nosso «rio que não corre».
Sim, espero reencontrar, abraçar, apertar bem os ossos,
porque cada vez mais amiúde – é a lei da vida!- chegam notícias tristes de
alguns que vão partindo. E, com eles, parte algo de nós, que só quem lá esteve
compreende.
Pois é, em cada um que parte, como escreveu Manuel
Alegre, fica um morto que não morre, até que morra o último de nós. Fica a
amizade, a camaradagem, as memórias, as lágrimas e as gargalhadas que
partilhámos. Sabem? Acho que com a idade estou a ficar piegas.
Bem. Tudo isto vem a propósito da notícia que acabo de
ler de que um militar morto em Angola, em 1961, e abandonado no Cemitério de
Sassa, no Caxito, vai ser trasladado para Portugal, para a terra natal.
A sua campa foi descoberta (reza a notícia) em 2005 e
todas as diligências da irmã junto das autoridades portuguesas apenas obtiveram
mensagens a acusarem a recepção dos apelos ou “umas palmadinhas nas costas” do
Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Pois é, os mortos não votam.
E, passados tantos anos, até as famílias de alguns já os esqueceram. É triste,
mas existe.
As despesas da trasladação, essas serão pagas pela irmã
do militar, que desabafa: “O Estado português,
o nosso Estado nada fez pelos militares que lá ficaram. Levou-os para lá, mas
para os trazer de volta nada fez”.
Abandono, é o sentimento que temos todos aqueles que lá
estiveram. E isso dói. Abandono na morte, mas também abandono em vida em
relação àqueles que viram as suas vidas destruídas devido às consequências
psicológicas trazidas das «matas» de além-mar.
Não queremos esmolas, vivemos e construímos, melhor ou
pior, as nossas vidas nos últimos 44 anos, sózinhos, com muitas lágrimas,
raivas e desencantos. Mas é nos devido respeito e reconhecimento. E, o maior
reconhecimento, estou certo, seria virmos a saber que o Governo português iria
fazer todos os possíveis ao seu alcance para que nem um só corpo dos soldados
mortos na Guerra Colonial ficasse abandonado em terra estranha, em campas
consumidas pelo capim ou profanadas.
Afinal, o custo seria bem menor do que algumas mordomias e
prebendas dos políticos que herdaram a democracia em bandeja de prata. E,
podem-me chamar populista à vontade. É que eu – desgraçado pássaro que nasce em
mau ninho!- sou daqueles que desejo que as minhas cinzas sejam depositadas no
meu chão de raíz. Por isso, compreendo e louvo o esforço dos familiares que ambicionam
que os seus mortos repousem perto deles. É o mínimo reconhecimento que se pode
exigir para quem deu a vida pela Pátria. Independentemente das culpas
históricas em relação à Guerra.
Mas não tenho esperança. E não tenho esperança porque,
passe a inconveniência política e a fanfarronice, acho que a nossa geração,
camaradas, foi a última geração de portugueses com «tomates». Hoje, a coragem e
os valores foram substituídos pelas «carreiras»: políticas e profissionais.
«In vino
veritas», acabou-se a garrafa de
Bairrada, o vinho da minha juventude, da saudade e, espero, do meu fim de vida.
Pelo Nosso Companheiro
ex.alferes miliciano da 3ª Companhia
Marques da Silva
quinta-feira, 22 de março de 2018
Águas da Guiné
Trago-vos estes "cromos" para lembrar que 45 anos se passaram desde a chegada a águas territoriais da
GUINÉ, (Bissau ) de onde seguimos directamente para Bolama. Hoje queria trazer-vos à memória todos os COMPANHEIROS que não chegaram até Aqui.
quarta-feira, 21 de março de 2018
segunda-feira, 19 de março de 2018
domingo, 18 de março de 2018
sábado, 17 de março de 2018
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